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	<title>Psi20</title>
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	<description>As últimas notícias sobre o Psi20</description>
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		<title>Devemos ter medo do FMI?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 13:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psi20</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fmi portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é sem dúvida uma questão muito polémica e muito importante para a vida dos portugueses e para o futuro de Portugal. Será que este fundo criado em 1945 pelos países presentes nas Nações Unidas, que já esteve presente em Portugal em 1983, pode ser positivo para nós? Ou deveremos ter receio da sua entrada e evitá-la a todo o custo?  <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.psi20.net/noticias/devemos-ter-medo-do-fmi/">Devemos ter medo do FMI?</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é sem dúvida uma questão muito polémica e muito importante para a vida dos portugueses e para o futuro de Portugal. Será que este fundo criado em 1945 pelos países presentes nas Nações Unidas, que já esteve presente em Portugal em 1983, pode ser positivo para nós? Ou deveremos ter receio da sua entrada e evitá-la a todo o custo?</p>
<p>A entrada em Portugal do FMI começou a ser falada quando os juros da dívida soberana portuguesa começaram a atingir valores bastantes elevados a nível de mercado secundário, levando a custos muito superiores aquando de nossas emissões de dívida a nível de mercado primário, o que aumenta em muito os encargos financeiros e torna ainda mais difícil a contenção orçamental e o cumprimento do limite do défice orçamental.</p>
<p>Em primeiro lugar convém fazer uma breve análise e descrição do que o Fundo Monetário Internacional faria numa possível entrada no nosso país. Agora que não existe a possibilidade de desvalorização do valor da moeda, fruto da entrada de Portugal na moeda única europeia, (arma que utilizou quando anteriormente esteve em Portugal) a solução do FMI passaria inevitavelmente por medidas fortíssimas de austeridade, nomeadamente cortes salariais, redução pensões e subsídios de desemprego, cortes profundos a nível de despesa pública, etc.</p>
<p>Estes cortes, como muitos importantes economistas apontam, não terão outro resultado que não seja a ajuda na contracção ainda maior da economia portuguesa, na medida em que sem fortes estímulos, uma economia como a portuguesa não poderá engrenar no caminho correcto, o que portanto nos pode levar a enfrentar uma recessão profunda e prologada.</p>
<p>Este é talvez o argumento mais forte apresentado pelos analistas que advogam contra a entrada do FMI, porque desde a entrada no euro, que o poder de intervenção do FMI fica talvez até irremediavelmente debilitado para dar a resposta que muita gente pensa ser possível.</p>
<p>Estas importantes questões levam à questão levantada inicialmente, devemos temer a entrada do Fundo Monetário Internacional no nosso país? A um nível pessoal penso que sim, convém primeiramente esclarecer que a entrada do FMI é feita consoante um preço, isto é, o fundo fornece-nos dinheiro, mas a uma determinada taxa de juro. Muitos banqueiros afirmam que por exemplo a taxa cobrada a Irlanda (5.8%) não é nada atractiva.</p>
<p>Este ponto é bastante importante, porque naturalmente se o FMI cobrasse a Portugal uma taxa quase nula, que toda a análise sobre a sua entrada ou não seria diferente, por isso convém manter em mente que o FMI cobra bem o empréstimo que efectua ao país onde intervém.</p>
<p>Para além disso, em termos práticos, Portugal abdicaria em muitos aspectos ainda mais da sua independência. Este passaria a ser controlado a nível orçamental pelos técnicos ou especialistas do Fundo Monetário Internacional, que permanecem no país até ao final da sua intervenção. Esta é a pergunta que cada um de nós deve colocar a si próprio, se acha positivo ou não que o Fundo venha coordenar a nossa batalha pela consolidação orçamental, ou se esta batalha deve sim ter ajuda internacional, mas comandada e liderada pelo governo português.</p>
<p>Para além dos efeitos políticos que a entrada do Fundo Monetário Internacional traria a Portugal, como muitos analistas apontam, esta traria um período muito difícil para a população portuguesa, com novas leis laborais e todas as medidas vão levar no curto prazo ao aumento do desemprego e à redução do rendimento familiar das pessoas.</p>
<p>Este é outro motivo para decidirmos ou não a um nível pessoal ter ou não medo da entrada do FMI no nosso país, por certo haverá pessoas que preferem estar sempre governadas pelo exterior, pelas mais diversas razões.</p>
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		<title>A importância do Euro para a economia mundial</title>
		<link>http://www.psi20.net/noticias/a-importancia-do-euro-para-a-economia-mundial/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 23:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psi20</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia mundial]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comunidade Económica Europeia foi criada de facto com o objectivo na altura um pouco utópico de unificar os países da comunidade através de uma moeda comum. Depois da ameaçada união à força por parte de Adolf Hitler, a CEE continuou motivada, principalmente pelos seus fundadores, para procurar eliminar rivalidades europeias antigas e criar de facto um espaço comum. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.psi20.net/noticias/a-importancia-do-euro-para-a-economia-mundial/">A importância do Euro para a economia mundial</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comunidade Económica Europeia foi criada de facto com o objectivo na altura um pouco utópico de unificar os países da comunidade através de uma moeda comum. Depois da ameaçada união à força por parte de Adolf Hitler, a CEE continuou motivada, principalmente pelos seus fundadores, para procurar eliminar rivalidades europeias antigas e criar de facto um espaço comum.</p>
<p>Primeiramente através do tratado de Roma, a Comunidade foi se desenvolvimento, quer através da entrada de novos membros, quer a nível cooperativo e mesmo legislativo, culminando na actual União Europeia assinada no famoso Tratado de Lisboa.</p>
<p>A ideia da moeda comum foi desenvolvida a partir da premissa que a unidade económica e monetária comum permitiria a liberdade total de circulação de pessoas, mercadorias, serviços e de capital, assim como taxas de cambio fixadas de uma forma definitiva entre as diversas e distintas moedas nacionais existentes na fase pré-euro.</p>
<p>Esta mudança permitiria ainda, argumentavam os seus apologistas, eliminar custos de conversão de umas moedas nas outras, só deste modo se garantindo que as taxas de cambio permaneceriam definitivamente fixas.</p>
<p>Naturalmente que uma moeda comum leva a necessidade de um controlo a nível de politicas monetárias central, isto é, os bancos nacionais deixariam naturalmente de cunhas moedas, assim como controlar as taxas d e juro. Foi necessária a criação de uma instituição comunitária autónoma, o BCE, Banco Central Europeu.</p>
<p>A nível mais técnico, foram impostos aos países aderentes os chamados critérios de convergência que obrigam a uma taxa de inflação assim como o défice orçamental em % do PIB, controlados, assim como um determinado rácio de divida publica,naturalmente também em função do PIB nacional.</p>
<p>Entre a principais vantagens da sua criação, deverão resultar na existência de uma só moeda, gerida pelo BCE independente, tendo por obrjactivo prioritário a estabilidade dos preços a nível europeu, e do estatuto internacional do euro, como moeda de forte poder a nível mundial. O euro passou a ser uma das principais moedas a nível do sistema monetário internacional, permitindo à União Europeia aumentar o seu poder negocial, assim como conseguirá fazer refletir os efeitos das duas politicas nos EUA e no Japão.</p>
<p>O euro permitiu ainda benefícios bastante fortes associados à emissão da moeda em si, permitindo aos Bancos Centrais Nacionais da zona euro deterem relativamente menos reservas cambiais. O euro, sendo a moeda da primeira potencia comercial, passou a ser utilizado como moeda de facturação e de pagamento do comercio mundial, como moeda de reserva internacional e como denominação de empréstimos ou de transacções financeiras, tornando-se num real e feroz rival do dólar.</p>
<p>Assim e verifica a importância e o poder do euros na economia mundial, apesar de recentemente atacado pelas crises orçamentais dos seus países membros, é inegável que se tornou uma moeda com força e poder a nível mundial, já lá vão os tempo em que todas as negociações mundiais eram feitas obrigatoriamente na moeda norte americana.</p>
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		<title>O papel e importância das agências de rating</title>
		<link>http://www.psi20.net/noticias/o-papel-e-importancia-das-agencias-de-rating/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 14:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psi20</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agências de rating]]></category>

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		<description><![CDATA[As agências de rating são actualmente, sem qualquer dúvida, um dos principais players no mercado financeiro. Vou tentar de um modo sucinto explicar o que são, o que fazem e qual a sua importância para nós. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.psi20.net/noticias/o-papel-e-importancia-das-agencias-de-rating/">O papel e importância das agências de rating</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As agências de rating são actualmente, sem qualquer dúvida, um dos principais players no mercado financeiro. Vou tentar de um modo sucinto explicar o que são, o que fazem e qual a sua importância para nós.</p>
<p><strong>Quem são?</strong></p>
<p>Existem no mercado actual três importante agências especializadas. São elas a Standard &amp; Poor’s, a Moody’s e a Fitch.</p>
<p><strong>O que fazem ?</strong></p>
<p>Estas agências, ditas especializadas, são pagas pelos seus cliente e avaliam a situação económico-financeira dessas mesmas empresas ou estados. Sucintamente avaliam a capacidade da empresa ou estado de cumprir os seus compromissos futuros, sejam eles de curto, médio ou longo prazo.</p>
<p>Esta avaliação pode variar desde AAA( risco mínimo de incumprimentos) até valores que podem ser considerado “junk” (lixo,risco elevadíssimo), desde BB, o que acontece actualmente com a divida grega.</p>
<p><strong>Interessa-nos ?</strong></p>
<p>Excluindo naturalmente a possibilidade de erro por parte das agências, esta análise é naturalmente importante no mercado de capitais.</p>
<p>As avaliações feitas por estas empresas, permitem aos investidores ter uma melhor noção sobre o risco inerente a qualquer investimento que possam avaliar. É de todo impossível conhecer todas as especificações e características de um segmento de mercado, quanto mais fazer uma avaliação do mercado global.</p>
<p>Desta forma, podemos por exemplo num empréstimo obrigacionista, comparar a taxa de cupão, maturidade entre outros factores, entre empresas com a mesma avaliação de risco.</p>
<p>Em jeito de exemplo e pergunta, quantos de nós conseguimos fazer uma análise de risco de um banco em relação a outro? Podemos ter uma opinião sobre ele, ter conta num até, ter um familiar a trabalhar, conhecer as taxas oferecidas mas desconhecemos de facto os bancos, o seu funcionamento, a estrutura do seu passivo, etc&#8230;</p>
<p>Estas agências permitem-nos em parte responder a esta questão, podemos depois completar a nossa analise em relação ao preço nominal da acção, ou a taxa oferecida no empréstimo obrigacionista,mas devemos ter sempre em conta a avaliação por parte destas agências</p>
<p><strong>Risco?</strong></p>
<p>Naturalmente que o risco é um factor muito importante que não podemos nem devemos descorar. Certamente todos temos em mente a avaliação de rating feita por estes agentes financeiros ao banco norte americano Lehman brothers, que detinha risco AAA (menor risco possível como referi anteriormente).</p>
<p>Este “erro” de avaliação lançou um grande debate acerca do papel das agências de rating, e foi reforçado o facto de os avaliadores serem pagos para o fazer, o que pode levar a um problema de conflito de interesses se o profissionalismo não for o ponto de ordem no funcionamento.</p>
<p>Desta forma, é importante que todos os intervenientes no mercado de capitais e no mercado financeiro, entendam a importância de uma analise prévia, e feita de um modo correcto e isento, factor muito importante para evitar futuras crises.</p>
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		<title>A História da EDP</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 12:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psi20</dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Psi20]]></category>
		<category><![CDATA[edp]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[A EDP é uma empresa dentro do sector energético, actualmente uma das maiores no sector a nível mundial, e a maior a nível Nacional. Actualmente a empresa está presente em países como Portugal, Espanha, França, Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Bélgica, Polónia, Roménia e Brasil, e conta já com mais de 10 milhões de clientes e mais de 12 mil empregados em todo o mundo. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.psi20.net/noticias/a-historia-da-edp/">A História da EDP</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP é uma empresa dentro do sector energético, actualmente uma das maiores no sector a nível mundial, e a maior a nível Nacional. Actualmente a empresa está presente em países como Portugal, Espanha, França, Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Bélgica, Polónia, Roménia e Brasil, e conta já com mais de 10 milhões de clientes e mais de 12 mil empregados em todo o mundo.</p>
<h2>A EDP em Portugal</h2>
<p>A EDP surgiu em primeira instância em Portugal, em 1976, através da fusão de 13 empresas, resultado da nacionalização das principais empresas do sector energético português, levando assim ao nascimento daquela que se iria mais tarde converter na maior empresa energética em Portugal e outros países. Assim que surgiu no mercado ficou responsável por toda a electrificação do país, da modernização e extensão da rede de distribuição eléctrica, do planeamento e construção do parque electroprodutor nacional e ainda do estabelecimento de uma tarifa única para os seus clientes.</p>
<p>Desde 1976 até ao ano actual a empresa foi crescendo, não só dentro do país como também fora dele, dando-se os primeiros passos da sua internacionalização em 1996. Para cativar mais clientes, e dar uma imagem diferente aos mesmos, é em 2004 que a empresa adopta o sorriso como imagem de marca, e em 2006 muda a sua assinatura para “Sinta a nossa Energia”. Em 2007, o Grupo EDP adquire um dos maiores produtores de energia eólica do Mundo, a Horizon Wind Energy LLC por cerca de 2,15 milhões de dólares americanos, com ventoinhas em vários países, nomeadamente Nova Iorque, Iowa, Pensilvânia, Washington e Oklahoma.</p>
<p>Actualmente, em 2010, a empresa está na 192º posição no ranking das 500 maiores empresas de todo o mundo, com um valor de 3,2 milhões de euros.</p>
<h2>A EDP no Brasil</h2>
<p>A EDP no Brasil, como é óbvio, é controlada pela EDP – Energias de Portugal, e surgiu no mercado brasileiro em 1996, com a aquisição de uma participação minoritária na Cerj. Acabou por crescer de uma forma constante, adquirindo pelas percentagens de outras empresas energéticas, mas é apenas em 2000 que surge a EDP Brasil.  Nem depois da sua criação a aquisição de pequenas partes de outras empresas foi abalado, daí ter sido sempre uma constante no crescimento da empresa, sendo assim dada a grande expansão em 2005 com a criação da nova imagem de marca (a mesma que actuava em Portugal), o sorriso e a mudança do nome da empresa para Energias do Brasil.</p>
<p>Em 2007 é feito o lançamento oficial do projecto Letras de Luz, um projecto que acabou por dar emprego a muita gente e ainda contribuir para um crescimento da própria empresa.  Já em 2008, a empresa Energias do Brasil em conjunto com a EDP Renováveis, é criado o primeiro investimento eólico no País. Iniciando assim um processo de energia renovável que está em crescimento exponencial em todo o Mundo, e um projecto que já estava a dar grandes frutos na sua empresa mãe, a EDP – Energias de Portugal.</p>
<p>Como pode ver, o crescimento da empresa em Portugal e Brasil acabou por ser equiparável, no entanto dada a dimensão dos países, a sua repercussão é muito menos no Brasil e muito mais visível em Portugal, já que actualmente é a maior empresa energética do país, e sem grandes opositores, ao contrário do que acontece no nosso país irmão.  O seu crescimento constante, prevê um futuro cada vez mais sorridente para as energias nos dois países. Actualmente a aposta nas energias renováveis é uma das grandes preocupações, sendo uma melhoria não só para a empresa (falando em termos nacionais e internacionais) como também uma preocupação com o meio ambiente e com os seus clientes.</p>
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		<title>A História da Sonae Indústria</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 08:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psi20</dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Psi20]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[sonae]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sonae Ind&#250;stria foi fundada em 1959 como uma empresa industrial direccionada para a produ&#231;&#227;o de pain&#233;is decorativos, com base num n&#250;cleo &#224; base de talos de uva, como uma mat&#233;ria-prima b&#225;sica. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.psi20.net/noticias/a-historia-da-sonae-industria/">A História da Sonae Indústria</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae Indústria foi fundada em 1959 como uma empresa industrial direccionada para a produção de painéis decorativos, com base num núcleo à base de talos de uva, como uma matéria-prima básica.</p>
<p>Inesperados problemas a nível tecnológico atrasaram o seu star-up, ou seja, o seu começo, o que levou a uma mudança na linha de produção de alta pressão referente aos laminados decorativos.</p>
<p>Em 1962, LAMINITE foi projectado para o mercado, sendo ainda conhecido em todo o mundo nos dias de hoje como a marca da Sonae Laminado Decorativo.</p>
<p>Sendo que, anos mais tarde, em 1971, a Sonae entra no negócio de painéis de madeira, este através da aquisição de 50% do fabrico de aglomerado da empresa Novopan, iniciando assim a produção de melamina e aglomerado folheado enfrentado. Ao mesmo tempo, a Sonae iniciou o processo de integração vertical, através da produção de componentes para mobiliário e produtos químicos.</p>
<p>Em 1988, a Sonae Indústria era já o líder na produção de painéis de madeira em Portugal, começando a dar início ao seu processo de internacionalização e a expandir a empresa. Isto fez-se através da aquisição de uma empresa de aglomerado, situada no Reino Unido. Logo a seguir, em 1993, deu-se a aquisição da Tafisa, que trouxe à Sonae o acesso até ao Canadá, onde está situada uma das maiores estações a nível mundial. Entretanto, atacaram as plantas Greenfield no Brasil, utilizadas para as partículas e MDF, tendo ainda alastrado a sua caminhada na expansão para a África do Sul, atingindo o mercado das Partículas.</p>
<p>Esta evolução atingiu o seu ponte mais alto no final de 1998, quando adquiriram a Glunz e ainda com aquisição de uma posição muito importante na França, através de Isoroy, quando finalmente, no ano 2000, adquire a Sappi Novobord na África do Sul.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Sonae Indústria iniciou um programa que ambicionava a diversificação da gama de produtos e modernização dos seus meios técnicos, com grandes e importantes investimentos na produção de partículas, com novas linhas em Portugal e em França, um enorme e notável aumento no Canadá e redes Greenfield em Espanha, Reino Unido e Alemanha.</p>
<p>Foram implementadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Brasil e Canadá, com novos revestimentos de madeira, novas instalações. Todos estes pormenores, desempenharam cada vez mais importantes papéis nas estratégias da Sonae Indústria com investimentos em França, Espanha, Alemanha e Brasil. Em Espanha, a Sonae completa a estratégia para os mercados mundiais de produtos Forestbased.</p>
<p>Esta evolução no mercado fez a Sonae Indústria a maior empresa do mundo, no sector de painéis derivados de madeiras e um verdadeiro e forte apostador global.</p>
<h2>A Missão da Sonae Indústria</h2>
<p>A missão da Sonae Indústria, com um compromisso para com o cliente, para o desenvolvimento sustentável e globalização dos seus negócios, é executada em conformidade com as seguintes e principais orientações estratégicas:</p>
<ol>
<li>Expansão do negócio global com o objectivo de consolidar a sua posição como líderes de mercado, a Sonae Indústria está em expansão nas regiões de maior crescimento do mundo, com potenciais crescimentos económicos e que têm um fornecimento de matérias-primas lenhosas em bases competitivas e sustentáveis.</li>
<li>Pretendem ser uma organização preparada para atender aos novos locais e mundiais desafios, através de uma organização em rede, com base em qualificações dos recursos humanos e de sistemas de gestão, que conduzem à excelência no atendimento ao cliente e à competitividade.</li>
<li>Eco-eficiência como referência na gestão e como um factor de competitividade de um compromisso de gestão a aplicar à Política Ambiental da Sonae Indústria. Ou seja, o uso sustentável de recursos naturais, poupanças, reduções, reutilizações e reciclagens. O cumprimento da legislação relativa a todas as questões ambientais, a melhoria da segurança, higiene e saúde no trabalho, tal como a minimização do impacto das suas instalações industriais relativamente aos locais e ao seu respectivo ambiente.</li>
</ol>
<p>O conselho de administração da Sonae Indústria, está determinado a cumprir com esta política de trabalho em todas as suas filiais, estando conscientes do compromisso que fizeram para a sua implementação.</p>
<h2>A Sonae Indústria no Mundo</h2>
<p>A presença mundial e a vasta experiência a nível global da Sonae Indústria, tem aprofundado a compreensão das exigências do mercado à empresa, como os gostos e tendências, facilitando assim o desenvolvimento dos produtos directos, tornando-os disponíveis a horas certas e nos lugares precisos.</p>
<p>A boa estratégia de negócios da Sonae Indústria é, portanto, com base na sua vasta gama de produtos e serviços complementares e soluções para móveis, decoração, construção e embalagens e um excelente serviço ao cliente nestes mesmos segmentos de mercado.</p>
<p>Sendo hoje, a Sonae, um grupo muito grande que abrange as mais diversas empresas desde o mercado alimentar, decorativo, fabrico de madeiras, e muito mais. Estando presentes em muitos países do mundo e continuando a ambicionar o melhor para o cliente e para os negócios.</p>
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		<title>A História da Cimpor</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 23:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psi20</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cimpor]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo CIMPOR, mais conhecido em Portugal por empresa Cimpor, foi fundado no ano de 1976. A sede desta empresa está localizada em Lisboa, onde Ricardo Bayão Horta assume o papel de presidente do concelho. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.psi20.net/noticias/a-historia-da-cimpor/">A História da Cimpor</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O Grupo Cimpor</h2>
<p>O Grupo CIMPOR, mais conhecido em Portugal por empresa Cimpor, foi fundado no ano de 1976. A sede desta empresa está localizada em Lisboa, onde Ricardo Bayão Horta assume o papel de presidente do concelho.</p>
<p>Anos depois da sua criação, o Grupo cria um entreposto em Maia, dando inicio ao funcionamento da terceira linha do centro de produção de Souselas, tendo esta, capacidade para fabricar um milhão de toneladas de cimento por ano.</p>
<p>Após alguns avanços e novas linhas de produtos, o Grupo decide, em 1988, reestruturar o negócio de betão preparado, criando assim a CIMPOR Betão. Anos depois, esta por sua vez, foi registada como Sociedade Anónima na Indústria de Materiais de Construção, isto em 1991, passando assim a designar-se por CIMPOR – Cimentos de Portugal, S.A. .</p>
<p>No ano seguinte, em 1992, o Grupo toma uma forte iniciativa e decide crescer, isto através da decisão de internacionalizar a empresa. Outro passo importante, foi a aquisição de uma empresa em Espanha, para novas instalações, que consequentemente resultariam na dita expansão do Grupo Cimpor. Desde então, o Grupo tem vindo a crescer até aos dias de hoje. Sendo actualmente, uma potência portuguesa no mercado nacional e internacional, que está no 10º lugar, no ranking mundial da produção de cimentos.</p>
<p>A Cimpor, até há bem pouco tempo atrás, empregava cerca de 8370 empregados.</p>
<h2>Mercado Nacional e Internacional</h2>
<p>Esta empresa é a maior produtora de cimento em Portugal. É de salientar também que, ela opera em onze países, contando assim com Portugal, Espanha, Marrocos, Brasil, Tunísia, Turquia, Cabo Verde, Moçambique, China, Egipto e África do Sul. Todos envolvidos nos mercados do cimento, hidráulica, betão e argamassas secas.</p>
<p>Em Portugal, a Cimpor conta com quatro grandes fábricas, estando presente em diferentes cidades. Uma situa-se em Coimbra, outra em Vila Franca de Xira, uma em Loulé e outra na Figueira da Foz. Conseguindo assim tomar conta de todo o território português na comercialização de cimentos.</p>
<p>A Cimpor é um exemplo de empresa com uma estrutura bastante sólida. Que apesar das dificuldades que tem vindo a passar ao longo dos anos, os seus fortes accionistas conseguiram tomar sempre as melhores escolhas para o Grupo, fazendo deste um grande nome no mercado.</p>
<p>Este grupo está presente na Bolsa de Valores. Todos os anos são vendidas e compradas acções, com valores que chegam a atingir milhões de euros. O grupo tornou-se forte o suficiente para que, hoje, a procura das suas acções seja grande. Ou seja, adquirir acções desta empresa, no mercado financeiro, nunca será um erro na carteira de quem investe.</p>
<p>O Grupo Cimpor é o líder de mercado desde sempre e continua a satisfazer os clientes que vai adquirindo todos os dias. O tipo de serviços/produtos oferecidos por esta empresa, não podemos esquecer que serão sempre uma necessidade primária nos dias em que vivemos. Pois, o mundo da construção e da arquitectura será sempre um mundo em fase de crescimento.</p>
<p>É importante referir também que, esta empresa anualmente chega a lucrar 240 Milhões de euros, o que, para Portugal, é bastante bom a nível de nome empresarial. São empresas como estas que fazem certos países ganharem confiança de investidores estrangeiros, e a prova disso são os investidores maioritários como o Camargo Corrêa que detém 28,6% de acções do Grupo, tendo feito as últimas compras no ano de 2010 e ainda o Grupo Votorantim, que acabou de adquirir 21,2% das acções da Cimpor, no ano de 2010 também.</p>
<p>Todavia, a Cimpor há pouco tempo atrás, recebeu uma oferta de cerca de quatro biliões de euros, por parte da Companhia Siderúrgica Nacional, fabricantes de aço no Brasil, que não foi aceite.</p>
<p>A Cimpor procura continuar a ser líder de mercado, preocupando-se assim com a satisfação dos seus cliente e de todos os seus investidores. Procurando fazer subir as vendas e fazer valorizar as suas acções no Mercado de Valores. Continuando ainda optimistas em relação ao futuro, pretendendo assim investir em países diferentes dos que já investiu e que sejam eles potenciais mercados.</p>
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